Este é um fragmento do projeto...
O Estudante Universitário Atuante na Sociedade:
A finalidade deste projeto está enunciada no seu próprio título – levar o estudante universitário a aplicar o conhecimento acadêmico e desenvolver o método científico, tendo como ponto de partida e objetivo principal a sociedade. No entanto, a proposta não é apenas extrapolar os limites físicos impostos pelos laboratórios e pelos campi universitários, mas também ampliá-los ao máximo dentro desses mesmos limites, buscando o entendimento do próprio termo “universidade”.
Não há, no entanto, intensão alguma de tomar a sociedade simplesmente como “laboratório”, retirando dela apenas dados nescessários para realização de pesquisas, sem que haja retorno para a mesma. Como foi dito, a sociedade é ponto de partida e objetivo principal do projeto. Tudo que for feito tera como princípio contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, retribuindo todo o investimento que ela destina continuamente para a manutenção da Universidade, ao focar os esforços dessa Instituição em sua fonte de “matéria-prima” e garantia de existência, a própria sociedade.
Enumerar formas de levar o estudante a interagir com a sociedade, demonstrando suas aplicabilidades, seria apenas suprir um dos pontos do projeto, reelaborando os sustentáculos da Universidade, que mantêm o “ciclo vital” composto por: pesquisa, ensino e extensão . Portanto, encaminharemos, desde o início, nossa atenção para o alicerce que sustenta e viabiliza esta empreitada – a saber, o princípio que rege a política entre aluno e Universidade, legitimando esta Instituição.
o que difere este de qualquer outro empreendimento de mesma natureza não é o fim almejado, mas o meio utilizado para alcançá-lo. O pensamento de Rousseau é esboçado no fato de que tudo está ligado à política, existindo uma dependência do governo com os costumes que estimula, sendo a sua primeira tarefa formar bons cidadãos, pois a política presupõe uma boa educação. Fica clara a necessidade de associar política e pedagogia. E no contexto desse projeto, evidencia-se como o próprio meio a ser utilizado.
Nada do que propomos aqui é novidade! A Universidade se erigiu sobre uma base(Alunato) na qual se erguem três pilares(Pesquisa, Ensino e Extensão), os quais dão forma e sustentação à Instituição. Esses quatro elementos possuem igual relevância, no entanto vêm sendo tratados de maneira a dar mais importância a uns e esquecendo-se quase que completamente de outros. Diversas iniciativas ja foram tomadas para reconstituir um ou outro desses elementos e inúmeras propostas foram lançadas com a pretensão de chamar a atenção dos responsáveis por sua manutenção. No entanto o problema sempre permaneceu. Simplesmente porque seus componentes são tratados isoladamente, ou seja, elementos que são equivalentes crescem de maneira diferente.
Não precisamos ir até as Pró-Reitorias para buscar formas de "equalizar" essa situação. O próprio Diretório Acadêmico (DA), conquista dos alunos dentro da Universidade, é um exemplo da luta pela melhoria do ensino e reestruturação do sistema Univeritário vigente. Uma grande demostração disto é a iniciativa tomada pelo DA do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da UFRPE. Tomando a frente da organização da Semana do Meio Ambiente da UFRPE, convidou alunos para ministrar cursos de curta duração neste evento e, consequentemente, os engajou na atividade de docência. Isso deu possibilidade para que estes “Alunos-Professores” estendessem a outros discentes o conhecimento que tinham acumulado através de estagios e pesquisas realizados dentro e fora da Universidade. De maneira oposta, o mesmo evento realizado na FAFIRE, pela coordenação do curso de Ciências Biológicas, incluiu na sua lista de minicursos apenas graduados. Isso resultou num mau aproveitamento do potencial de seus próprios alunos, por impedi-los de interagir de maneira mais intensa com a Universidade.
É em situações como está que se percebe o potencial do estudante, através de sua atuação efetiva dentro da Universidade. Muito mais do que simplesmente fazer propostas, o estudante corre atrás do seu objetivo. Podendo muitas vezes realizar feitos mais relevantes do que seus própios coordenadores ou professores, como no caso citado acima. Isso, por que possuem a capacitade de elevar o potencial de suas ações fazendo com que reverberem por toda a universidade através do nivel mais fundamente que a compõe, o Alunato.
Explorando essa força intrincica do estudante, pode-se esperar obter resultados mais relevantes do que dependendo apenas de propostas e ações que venham “de cima”, da cúpula universitaria. É isso que a história vem mostrando, através dos movimentos estudantis. Um exemplo recente da força desse movimento é a lei outorgada pelo Governador de Pernambuco que garante a gratuidade da Universidade de Pernambuco (UPE). Conclui-se a partir disso que, por mais bem intencionada que esteja a Universidade, não pode querer tomar decisões em prol do estudante sem convidá-lo a participar do processo de tomada de decisão. Isso por que o Alunato é a soberania da universidade e a Instituição deve apenas agir de acordo com a vontade geral do alunato, que corresponde exatamente à vontade de cada estudante.
Para tanto, torna-se imprescindível estimular o processo de interação do Alunato com a Universidade. O caminho para isso consiste na aproximação do aluno, como indivíduo, com seu próprio diretório, pois este é o representante no nível mais fundamental do plano de interação Alunato-Universidade. Ou seja, a iniciativa tem que surgir no diretório. Não podemos continuar nos iludindo, e esperar que o aluno vá ao encontro dessa idéia, ou pior que a idéia surja nele. Longe de estar subestimando a capacidade do aluno, atribuio esta condição à estrutura do diretório, que corrompeu sua ideologia, passando a agir individualmente e, consequnetemente, atuando como se fosse o próprio Alunato ao invés de seu representante.
Está é a condição primordial para podermos atingir o objetivo do projeto. Tornar a base da Universidade sólida o suficiente para suportar seus pilares. Ou seja, mobilizar o Alunato, munindo com as noções necessárias cada um dos alunos que o compõe para que estejam preparados para atuar na sociedade. Essa atuação inscrita no ciclo de Pesquisa, Ensino e Extensão funciona não só como um agente de melhoria social, mas também de retroalimentação da Universidade, reabilitando esta Instituição em seu princípio e sendo isto evidenciado em suas próprias ações!
Se teoricamente precisaríamos ter essa base bem estabelecida antes de prosseguir à pesquisa, na prática será necessário iniciar desenvolvendo o projeto em dois níveis. Isso devido ao total descrédito do Alunato nas questões referentes à política na Universidade, obrigando-nos a ter mais do que idéias para mobilizá-los. Precisaremos de fatos! Por tanto, o correto é desenvolver o projeto em pequena escala, pois só depois de concluí-lo nessas proporções é que conseguiremos aderir novos colaboradores. Ao mesmo tempo em que o desenvolvemos nessa proporção mínima, lançaremos a idéia em sua forma máxima com o objetivo de começar a formar os primórdios daquela base sólida, que deve ser tomada como uma condição a priori.
Autor: Alexandre Marques
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
"O estudante universitário atuante na sociedade": Proposta de aprimoramento para o DA (ou CA) - parte 1
Proponho aqui o aprimoramento do diretório acadêmico, como representante e agente mobilizador dos estudantes no nível mais fundamental do plano de interação Alunato-Universidade.
...
O limite entre o trabalho em conjunto e a ação individual muitas vezes é confuso, e como tal, atuando daquele determinado modo (em conjunto) acabamos ,por vezes, traindo nossa própria intenção e recaímos sobre o outro. Da mesma maneira pode-se esperar que, agindo sozinhos, acabemos por expandir, ou desencadear, um processo auto-reprodutivo, muitas vezes de dimensões inimagináveis, que será levado adiante por qualquer um que se dispuser a agir de igual forma, “individualmente”.
No ano de 2009 o prêmio Nobel de economia foi destinado a uma cientista norte-americana que provou que o esforço individual para a proteção ao meio ambiente é mais importante que, por exemplo, o de uma indústria. Porém, essa teoria pode ser extrapolada, ou melhor, “plotada” para qualquer outra situação onde exista a mobilização do individuo em prol do “todo” (universo analisado).
Ora, não seria isto “atuar em conjunto”?
Por outro lado, no momento em que um indivíduo aliena parte de seu “poder” de decisão a um grupo restrito de pessoas, tendo estas sido eleitas democraticamente, esse subconjunto representa não mais que uma pequena parcela da unidade à qual pertencia este “poder”.
Ora, ora, ora não seria isto uma “ação individual”?
Dessa forma, a soma das ações individuais pode resultar num esforço conjunto, porem com relativa independência das partes que o compõe. O potencial desse esforço dependeria diretamente do número de indivíduos determinados a por em prática suas idéias, porém apenas um desses já seria o suficiente para promover algum tipo de mudança.
O que torna impossível restringir-se a essa independência é que, por exemplo, toda política gerada através da interação entre o indivíduo (aluno) e uma instituição (universidade) deve ser mediado por um “conselho”, elegível democraticamente, capaz de gerir as idéias e ações de ordem política de um conjunto de elementos relativamente independentes (como exposto anteriormente).
Nesse momento chegamos a um ponto crítico onde se estabelece o processo de transferência daquele “poder de ação independente” para um grupo restrito de pessoas, que muito além de apenas manifestar a opinião e propostas da unidade a que representa irá criar e defender idéias próprias em prol do que ele acha ser de condescendência daquela unidade sem, no entanto, que esta faça parte do processo de tomada de decisão. (unidade refere-se ao universo analisado e o conselho é nada mais que um subconjunto desse universo). Dessa forma, passamos da “atuação em conjunto” para “ação individual”, ou seja, o efeito inverso ao desejado.
A implicação dessa “ação individual” é a diminuição da participação do alunato nas questões referentes às suas próprias necessidades dentro da universidade, ou seja da substituição deste pelo “conselho” na interface do plano de interação Alunato-Universidade, que agora se restringe ao DA-Universidade. (neste e nos próximos exemplos o diretório acadêmico poderá muito bem ser substituído pelo DCE ou o CA).
Essa alienação dá-se, única e exclusivamente, devido ao alto grau de desinformação a que o estudante é submetido pelo seu próprio diretório acadêmico. O aluno, calouro ou veterano, não tem acesso a informações básicas como: o que está sendo feito pelo DA; como posso atuar junto ao DA; quais serão as próximas reivindicações do DA; com relação à gestão anterior o que melhorou; ou até mesmo, onde está quem integra e o que é o DA?
Uma prova disto é o cartaz afixado na parede do restaurante universitário da UFRPE por um certo “Boca de Lobo”, que possuía os seguintes escritos: “Todo movimento que se vê são os de bundas vadias em calouradas vazias.”
Não estamos questionando a existência do movimento estudantil mas sim os sinais dessa existência. Ora, o investimento na divulgação deste movimento poderia muito bem desencadear um processo de propagação dos ideais estudantis através da conscientização de cada aluno, individualmente, que poderia unir-se ou propor idéias ao movimento e, dessa forma, ocasionar sua extensão e aprimoramento.
A partir daí percebe-se a necessidade da fusão dos esforços do diretório acadêmico e o do estudante, como indivíduo, para o resgate da ideologia do próprio diretório como representante e agente mobilizador dos estudantes no nível mais fundamental do plano de interação Alunato-Universidade. Uma ideologia fundamentada na “atuação em conjunto” e, portanto, dependente desse elo indissolúvel que permite o compartilhamento daquele “poder de ação independente”, inerente a cada estudante, sem, no entanto, aliená-lo. Da mesma forma, o estudante garante a propagação de sua “voz política” por toda a universidade através do diretório acadêmico, que representará muito mais que um esboço das necessidades do alunato, tornando-se o seu reflexo perfeito.
Para isso resta-nos responder uma das perguntas à qual o estudante ainda não tem acesso:
“Como posso atuar junto ao diretório acadêmico?”
...
Autor: Alexandre Marques
obs: continua...
...
O limite entre o trabalho em conjunto e a ação individual muitas vezes é confuso, e como tal, atuando daquele determinado modo (em conjunto) acabamos ,por vezes, traindo nossa própria intenção e recaímos sobre o outro. Da mesma maneira pode-se esperar que, agindo sozinhos, acabemos por expandir, ou desencadear, um processo auto-reprodutivo, muitas vezes de dimensões inimagináveis, que será levado adiante por qualquer um que se dispuser a agir de igual forma, “individualmente”.
No ano de 2009 o prêmio Nobel de economia foi destinado a uma cientista norte-americana que provou que o esforço individual para a proteção ao meio ambiente é mais importante que, por exemplo, o de uma indústria. Porém, essa teoria pode ser extrapolada, ou melhor, “plotada” para qualquer outra situação onde exista a mobilização do individuo em prol do “todo” (universo analisado).
Ora, não seria isto “atuar em conjunto”?
Por outro lado, no momento em que um indivíduo aliena parte de seu “poder” de decisão a um grupo restrito de pessoas, tendo estas sido eleitas democraticamente, esse subconjunto representa não mais que uma pequena parcela da unidade à qual pertencia este “poder”.
Ora, ora, ora não seria isto uma “ação individual”?
Dessa forma, a soma das ações individuais pode resultar num esforço conjunto, porem com relativa independência das partes que o compõe. O potencial desse esforço dependeria diretamente do número de indivíduos determinados a por em prática suas idéias, porém apenas um desses já seria o suficiente para promover algum tipo de mudança.
O que torna impossível restringir-se a essa independência é que, por exemplo, toda política gerada através da interação entre o indivíduo (aluno) e uma instituição (universidade) deve ser mediado por um “conselho”, elegível democraticamente, capaz de gerir as idéias e ações de ordem política de um conjunto de elementos relativamente independentes (como exposto anteriormente).
Nesse momento chegamos a um ponto crítico onde se estabelece o processo de transferência daquele “poder de ação independente” para um grupo restrito de pessoas, que muito além de apenas manifestar a opinião e propostas da unidade a que representa irá criar e defender idéias próprias em prol do que ele acha ser de condescendência daquela unidade sem, no entanto, que esta faça parte do processo de tomada de decisão. (unidade refere-se ao universo analisado e o conselho é nada mais que um subconjunto desse universo). Dessa forma, passamos da “atuação em conjunto” para “ação individual”, ou seja, o efeito inverso ao desejado.
A implicação dessa “ação individual” é a diminuição da participação do alunato nas questões referentes às suas próprias necessidades dentro da universidade, ou seja da substituição deste pelo “conselho” na interface do plano de interação Alunato-Universidade, que agora se restringe ao DA-Universidade. (neste e nos próximos exemplos o diretório acadêmico poderá muito bem ser substituído pelo DCE ou o CA).
Essa alienação dá-se, única e exclusivamente, devido ao alto grau de desinformação a que o estudante é submetido pelo seu próprio diretório acadêmico. O aluno, calouro ou veterano, não tem acesso a informações básicas como: o que está sendo feito pelo DA; como posso atuar junto ao DA; quais serão as próximas reivindicações do DA; com relação à gestão anterior o que melhorou; ou até mesmo, onde está quem integra e o que é o DA?
Uma prova disto é o cartaz afixado na parede do restaurante universitário da UFRPE por um certo “Boca de Lobo”, que possuía os seguintes escritos: “Todo movimento que se vê são os de bundas vadias em calouradas vazias.”
Não estamos questionando a existência do movimento estudantil mas sim os sinais dessa existência. Ora, o investimento na divulgação deste movimento poderia muito bem desencadear um processo de propagação dos ideais estudantis através da conscientização de cada aluno, individualmente, que poderia unir-se ou propor idéias ao movimento e, dessa forma, ocasionar sua extensão e aprimoramento.
A partir daí percebe-se a necessidade da fusão dos esforços do diretório acadêmico e o do estudante, como indivíduo, para o resgate da ideologia do próprio diretório como representante e agente mobilizador dos estudantes no nível mais fundamental do plano de interação Alunato-Universidade. Uma ideologia fundamentada na “atuação em conjunto” e, portanto, dependente desse elo indissolúvel que permite o compartilhamento daquele “poder de ação independente”, inerente a cada estudante, sem, no entanto, aliená-lo. Da mesma forma, o estudante garante a propagação de sua “voz política” por toda a universidade através do diretório acadêmico, que representará muito mais que um esboço das necessidades do alunato, tornando-se o seu reflexo perfeito.
Para isso resta-nos responder uma das perguntas à qual o estudante ainda não tem acesso:
“Como posso atuar junto ao diretório acadêmico?”
...
Autor: Alexandre Marques
obs: continua...
"O Estudante Universitário Atuante na Sociedade", introdução
essa é uma introdução para a proposta de um projeto entitulado "O Estudante Universitário Atuante na Sociedade" que será desenvolvido em outras postagens. Este projeto está sendo exposto neste blog e no www.estoriasdepescador.blogspot.com
A noção do "Estudante Universitário Atuante na Sociedade" é fundamental para o completo entendimento da ideologia da Universidade aplicada a formação do futuro profissional.
O universo acadêmico não se restringe ao campus da Universidade aos livros e artigos científicos, isso são apenas elementos básicos da "caixa de ferramentas" que o profissional ira utilizar na busca pela melhor maneira de transformar os recursos naturais em função do bem estar social (considerando as atribuições da engenharia).
O universo que cerca a Universidade (toda a sociedade) é o maior laboratório a céu aberto que existe! E tudo que acontece dentro da Universidade deve ser voltado e derivado desse universo. A associação de um trabalho cinêntifico qualquer, seja no campo ou no laboratório, com um projeto de Extessão é fundamental. Nem que seja apenas para prestar contas à sociedade do que esta sendo feito no meio acadêmico, possibilitando dessa forma o surgimento de novas idéias, muitas vezes vindas da própria população.
O que quero dizer é que devemos nós unir em busca de soluções para os problemas sociais, fazendo assim nada mais que iniciar "previamente" o nosso trabalho como Engenheiros(ou qualquer outro profissional), ganhando com isso conhecimento empírico necessário para uma posterior abordagem científica de seja la o que for!
Vamos construir nosso próprio estágio!
Autor: Alexandre Marques
A noção do "Estudante Universitário Atuante na Sociedade" é fundamental para o completo entendimento da ideologia da Universidade aplicada a formação do futuro profissional.
O universo acadêmico não se restringe ao campus da Universidade aos livros e artigos científicos, isso são apenas elementos básicos da "caixa de ferramentas" que o profissional ira utilizar na busca pela melhor maneira de transformar os recursos naturais em função do bem estar social (considerando as atribuições da engenharia).
O universo que cerca a Universidade (toda a sociedade) é o maior laboratório a céu aberto que existe! E tudo que acontece dentro da Universidade deve ser voltado e derivado desse universo. A associação de um trabalho cinêntifico qualquer, seja no campo ou no laboratório, com um projeto de Extessão é fundamental. Nem que seja apenas para prestar contas à sociedade do que esta sendo feito no meio acadêmico, possibilitando dessa forma o surgimento de novas idéias, muitas vezes vindas da própria população.
O que quero dizer é que devemos nós unir em busca de soluções para os problemas sociais, fazendo assim nada mais que iniciar "previamente" o nosso trabalho como Engenheiros(ou qualquer outro profissional), ganhando com isso conhecimento empírico necessário para uma posterior abordagem científica de seja la o que for!
Vamos construir nosso próprio estágio!
Autor: Alexandre Marques
terça-feira, 4 de maio de 2010
Começando...
Pois é...depois de muita luta e incessantes derrotas nos da equipe ganhchodesquerda conseguimos cirar este blog (o que realmente nao foi tarefa facil) da minha parte deixarei claro que usarei esse espaço virtual para apresentar opniões sobre tudo o que acontece na nossa sociedade Pernambucana e ,esporadicamente, brasileira.
Deixo claro tambem a minha posição de lunatico de ideias futeis e sem fundamentos historicos, todas , ou a maioria, das minhas postagens serão baseadas em observações do cotidiano da sociadade em que estou inserido. E para encerrar me apresento sou Marcelo Augusto Ferreira Diniz aluno de eng. de qualquer coisa na POLI-UPE e gosto muito de politica apesar de nao ser um especialista nesse assunto. Dou inicio aos tabalhos deste blog juntamente com o gandissimo Alexandre Marques, aluno de eng. de pesca,que fornecerá as bases da ideia do "Estudante Universitário Atuante na Sociedade", a qual será fusionada às experiências empirístas aqui expostas por mim.
Autor: Marcelo Diniz
Deixo claro tambem a minha posição de lunatico de ideias futeis e sem fundamentos historicos, todas , ou a maioria, das minhas postagens serão baseadas em observações do cotidiano da sociadade em que estou inserido. E para encerrar me apresento sou Marcelo Augusto Ferreira Diniz aluno de eng. de qualquer coisa na POLI-UPE e gosto muito de politica apesar de nao ser um especialista nesse assunto. Dou inicio aos tabalhos deste blog juntamente com o gandissimo Alexandre Marques, aluno de eng. de pesca,que fornecerá as bases da ideia do "Estudante Universitário Atuante na Sociedade", a qual será fusionada às experiências empirístas aqui expostas por mim.
Autor: Marcelo Diniz
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